
É um aniversário diferente. Setenta e oito anos depois de fundado, o Bahia inícia mais uma temporada com um dirigente, no mínimo, polêmico. Até dois anos atrás, era o homem que comandava o maior rival do estado e responsável pela tristeza tricolor nos últimos 15 anos.
E, ainda assim, todos acreditam em um 2009 diferente, melhor. 'Ele pensa grande, diferente da diretoria anterior, que pensava pequeno. Ele fala o que a gente sempre pensou e acreditou o nosso clube', afirma Eduardo Penedo, 38 anos, torcedor do Bahia desde os tempos em que Beijoca botou Edinho para correr na Fonte NOva, em 1977, num Bahia x Fluminense do Rio.
E, ainda assim, todos acreditam em um 2009 diferente, melhor. 'Ele pensa grande, diferente da diretoria anterior, que pensava pequeno. Ele fala o que a gente sempre pensou e acreditou o nosso clube', afirma Eduardo Penedo, 38 anos, torcedor do Bahia desde os tempos em que Beijoca botou Edinho para correr na Fonte NOva, em 1977, num Bahia x Fluminense do Rio.
Baêa
Os torcedores não costumam comemorar o aniversário do clube. No máximo, gritos de 'bora Baêa', logo após o estouro do champanhe. Parace que o dia não ajuda, muitos estão em férias ou recesso durante o feriado. Mas, no Reveillon, o hino é canção certa, independente da hora ou do estado alcoólico dos presentes, tricolores, ou não, na festa.
Sim, porque a letra de Adroaldo Ribeiro COsta serviu para protesto contra o regime militar, seja pelo verso 'ninguém nos vence em vibração', ou para agitar a galera lá embaixo, nos dias de carnaval, fazendo do povo um clamor: 'Baêa,Baêa,Baêa!'.
Mas 2009 promete ser um ano diferente. A torcida, que continua a crescer mesmo sem ver títulos há sete anos, tem crédito. Mas, pacata, acredita piamente que chegou a hora de o tricolor retornar aos bons dias e conquistas, de sorriso no rosto, como os de Paulo Robson, Edinho Jacaré e Marquinhos, ali encoberto por Gil Sergipano. Hora de vibrar de novo, como Zé Carlos tanto fez há 20 anos.
Sim, porque a letra de Adroaldo Ribeiro COsta serviu para protesto contra o regime militar, seja pelo verso 'ninguém nos vence em vibração', ou para agitar a galera lá embaixo, nos dias de carnaval, fazendo do povo um clamor: 'Baêa,Baêa,Baêa!'.
Mas 2009 promete ser um ano diferente. A torcida, que continua a crescer mesmo sem ver títulos há sete anos, tem crédito. Mas, pacata, acredita piamente que chegou a hora de o tricolor retornar aos bons dias e conquistas, de sorriso no rosto, como os de Paulo Robson, Edinho Jacaré e Marquinhos, ali encoberto por Gil Sergipano. Hora de vibrar de novo, como Zé Carlos tanto fez há 20 anos.
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