Eu já havia mencionado o assunto no último podcast quando fomos garfados no Beira-Rio. Me reportei a esta falta de vergonha também aqui, quando o jogador do Grêmio fez, após cometer a falta, o gol que deu a vitória ao time gaúcho lá no Olímpico. E, para não citar outras quinhentas vezes as quais falei do quanto o Vitória tem sido prejudicado pela arbitragem, concluirei meus exemplos lembrando ao torcedor quando isso tudo começou neste ano: Sport 0x0 Vitória. Exatamente na segunda partida do Leão pelo campeonato nacional, oportunidade em que o Sr. Leonardo Gaciba anulou o gol legal de Leonardo Silva.
Vágner Mancini, o qual não me eximo em dizer que é o melhor treinador da safra dos treinadores emergentes (nesta categoria estão inclusos nomes como Dorival Jr., Ney Franco, Caio Jr. e Adilson Batista), já provou à torcida rubro-negra que além de competência, tem ética e profissionalismo, ao rejeitar propostas quase que irrecusáveis de outros clubes. Principalmente do Santos, o qual tentou seduzir o técnico de todas as formas por duas vezes.
Mas para tudo há um limite. Até para o jovem treinador. Por quanto tempo um profissional aguentaria se manter num trabalho onde o fracasso é sempre o resultado final, não importando quanta dedicação o mesmo imponha ? É realmente desencorajador. Tanto comissão técnica quanto jogadores trabalham duro, toda semana, visando os jogos. Cada adversário exige um treinamento diferente e é perceptível como todos se entregam ao trabalho. Mas aí, fatores externos ao futebol fazem com que o trabalho de uma semana toda e o planejamento de um ano inteiro sejam jogados fora.
Não há técnico, jogador, nem muito menos, torcedor que aguente. Confesso que como torcedor que sou, desliguei a TV quando o Botafogo fez o terceiro gol. Não por estar chateado com o resultado da partida, mas sim, por não suportar mais o sentimento de impotência que esse jogo me fez sentir. Sentir que já é demais ter o Sport na Libertadores, e que se um segundo nordestino "roubasse" a vaga de outro clube, aí sim, o prejuízo seria grande demais.
O circo do futebol está armado há muito tempo. E desde muito tempo que apenas uma coisa nos sobrou: o nariz vermelho.
Vágner Mancini, o qual não me eximo em dizer que é o melhor treinador da safra dos treinadores emergentes (nesta categoria estão inclusos nomes como Dorival Jr., Ney Franco, Caio Jr. e Adilson Batista), já provou à torcida rubro-negra que além de competência, tem ética e profissionalismo, ao rejeitar propostas quase que irrecusáveis de outros clubes. Principalmente do Santos, o qual tentou seduzir o técnico de todas as formas por duas vezes.
Mas para tudo há um limite. Até para o jovem treinador. Por quanto tempo um profissional aguentaria se manter num trabalho onde o fracasso é sempre o resultado final, não importando quanta dedicação o mesmo imponha ? É realmente desencorajador. Tanto comissão técnica quanto jogadores trabalham duro, toda semana, visando os jogos. Cada adversário exige um treinamento diferente e é perceptível como todos se entregam ao trabalho. Mas aí, fatores externos ao futebol fazem com que o trabalho de uma semana toda e o planejamento de um ano inteiro sejam jogados fora.
Não há técnico, jogador, nem muito menos, torcedor que aguente. Confesso que como torcedor que sou, desliguei a TV quando o Botafogo fez o terceiro gol. Não por estar chateado com o resultado da partida, mas sim, por não suportar mais o sentimento de impotência que esse jogo me fez sentir. Sentir que já é demais ter o Sport na Libertadores, e que se um segundo nordestino "roubasse" a vaga de outro clube, aí sim, o prejuízo seria grande demais.
O circo do futebol está armado há muito tempo. E desde muito tempo que apenas uma coisa nos sobrou: o nariz vermelho.
Por. Flávio Medrado
Fonte: meuvitoria.com.br
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